Concurso Transpetro 2026 — Engenharia de Produção (nível superior): a única ênfase sem nenhuma vaga imediata de ampla concorrência
A ênfase Engenharia de Produção tem 29 vagas no total (27 em cadastro de reserva mais 2 imediatas) — a terceira maior entre as cinco ênfases de engenharia do Edital 4, atrás apenas do empate entre Engenharia Civil e Engenharia Elétrica (36 vagas cada, ambas já cobertas neste site). Mas o detalhe mais relevante desta ênfase não é o volume de vagas — é a composição das duas vagas imediatas.
As duas únicas vagas imediatas são 100% reservadas para PCD
O Anexo I do Edital 4 detalha a composição de cada vaga imediata desta ênfase, por critério de reserva:
| Região | Vagas imediatas | Reserva |
|---|---|---|
| Rio de Janeiro | 1 | 100% PCD (pessoa com deficiência) |
| São Paulo | 1 | 100% PCD (pessoa com deficiência) |
Nenhuma das duas vagas imediatas desta ênfase é de ampla concorrência. Isso é diferente de tudo o que este site já viu nas outras quatro ênfases de engenharia: Engenharia Civil reserva 2 de 3 imediatas para PN e deixa 1 para AC; Engenharia Elétrica reserva 1 de 3 para PCD e deixa 2 para AC/PN; Química do Petróleo reserva 1 de 2 para PI. Engenharia de Produção é a primeira (e, até agora, única) ênfase em que um candidato de ampla concorrência não tem nenhuma vaga imediata à disposição — apenas o cadastro de reserva de 27 vagas (16 no Rio de Janeiro, 11 em São Paulo).
Isso não significa que a ampla concorrência fique sem acesso à ênfase — o cadastro de reserva soma 27 vagas, bem mais do que as 2 imediatas — mas é uma informação que o resumo "2 vagas imediatas" isolado não deixa óbvia, e que já é o terceiro caso de uma reserva de vaga imediata relevante encontrado neste site só na família de ênfases de engenharia do Edital 4.
Um programa que termina em cinco leis diferentes
Diferente das demais ênfases de engenharia (cujo item de legislação costuma citar uma ou duas normas), o Anexo IV de Engenharia de Produção fecha com um bloco de "Contratação" que cita cinco instrumentos legais distintos: a Lei nº 13.303/2016 (Lei das Estatais, arts. 28 a 91), a Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações), a Lei Complementar nº 123/2006 (Estatuto da Microempresa, arts. 42 a 49), a Lei Complementar nº 155/2016 (que criou a figura do investidor-anjo) e a Lei nº 14.129/2021 (transformação digital nas contratações) — a seção de legislação mais extensa de qualquer ênfase de engenharia já coberta neste site.
O restante do programa cobre uma grade típica de Engenharia de Produção: Cadeia de Suprimentos e Engenharia Econômica (estoques, logística, VPL/TIR), Engenharia de Operações e Pesquisa Operacional (PCP, S&OP, manutenção, layout, simulação), Engenharia do Trabalho e Engenharia da Sustentabilidade (ergonomia, SGSST, gestão ambiental) e Engenharia Organizacional/Qualidade/Produto (planejamento estratégico, ISO 9001, Indústria 4.0).
Quem pode se inscrever
Mesma escolaridade e cláusula de substituição já vistas em Civil e Elétrica: bacharelado em Engenharia de Produção, aceitando outras formações de Engenharia mediante certidão do CREA atestando as atribuições profissionais correspondentes.
O que oferecemos
Nosso simulado e apostila em PDF para Engenharia de Produção (nível superior) replicam o formato real da prova — 70 questões (50 Específicos + 20 Gerais), 4h30, 5 alternativas por questão, sem pontuação negativa — organizados nos blocos do Anexo IV, com peso proporcional ao espaço que cada tema ocupa no programa oficial.