SEFAZ-SP 2026 — Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas (APOFP): Ciências de Dados e Tecnologia da Informação
Preparação para as provas objetivas do concurso público da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP), cargo Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas (APOFP) — área de conhecimento Ciências de Dados e Tecnologia da Informação, uma das 3 áreas do concurso (20 vagas nesta área, de um total de 60), remuneração inicial de até R$ 11.359,50, banca Fundação Carlos Chagas (FCC).
O que inclui a preparação
Tudo o que você precisa para passar na prova escrita do concurso APOFP – Ciências de Dados e TI, em um só lugar: questões com explicações, simulado de prova online e um pacote completo que combina tudo.
- Pacote PDF — 84 questões com explicações. Veja os detalhes do pacote PDF.
- Simulado de prova online — 60 questões, cronometrado. Veja os detalhes do simulado.
- Pacote completo — PDF + simulado, com preço reduzido. Veja o pacote completo.
- 6 questões gratuitas — experimente antes de comprar. Veja as questões gratuitas.
A base de preparação em números
Os números abaixo vêm diretamente do nosso banco de dados e refletem exatamente o que você recebe — não são estimativas de marketing.
- 84questões com explicações no pacote PDF
- 90questões no banco para o simulado
- 60questões em cada simulado
- 240 minutosduração de um simulado cronometrado
- 6questões gratuitas, sem pagamento
Prova real: duas provas objetivas no mesmo domingo (P1 de manhã, P2 à tarde), 80 itens de Conhecimentos Básicos (comuns às 3 áreas: Administração Geral/Pública e Auditoria Governamental, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Economia, Língua Portuguesa, Matemática Financeira/Estatística, Administração Financeira e Orçamentária, Contabilidade Geral e Pública, Direito Financeiro e Finanças Públicas, Fluência de Dados) + 40 itens de Conhecimentos Específicos da área C03 (Ciência de Dados e IA, Business Intelligence/Power BI/DAX, Gestão ágil de produtos e projetos digitais), 5 alternativas por questão, nota mínima 45/112 (P1) e 48/120 (P2) para habilitação. Nossa simulação replica esse formato de múltipla escolha.
O que o nosso banco cobre, com honestidade: as provas objetivas P1+P2 são simuladas integralmente através do nosso banco de questões de múltipla escolha. A Prova Discursiva P3 — Estudo de Caso (eliminatória e classificatória, nota mínima 48/120, aplicada no mesmo turno da P2) não é simulada nem corrigida automaticamente — não temos engine de correção de texto dissertativo neste site — mas agora inclui um guia de estudo escrito (metodologia + modelos de resposta, ver abaixo), que não substitui prática de correção humana real. Este também é um lançamento inicial: 90 questões, parte reaproveitada e adaptada de conteúdo já publicado em outras provas desta mesma família de sites (Direito Constitucional/Administrativo e Administração Geral de trt8-analista-administrativa-2027; Língua Portuguesa de pmc-assistente-administrativo; Fluência de Dados e Ciência de Dados de transpetro-ns-ciencia-dados; fundamentos de Contabilidade Geral de transpetro-ns-contabilidade) e parte 100% original (Economia, Matemática Financeira e Estatística, Direito Financeiro e Finanças Públicas, Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Auditoria Governamental, Gestão ágil de produtos/projetos digitais e DAX/Power Query — tópicos sem conteúdo equivalente em nenhum outro banco do catálogo). O banco será ampliado em atualizações futuras, mesmo padrão incremental usado em todo o resto do catálogo.
Atualização — Guia da Prova Discursiva (Estudo de Caso): a partir desta versão, o pacote passa a incluir também um guia de estudo para a P3 — Estudo de Caso (a prova discursiva do dia 13/12/2026, aplicada no mesmo turno da P2). Isto é conteúdo de estudo escrito (formato, metodologia e modelos de resposta), não é uma correção automática nem simulação interativa — continuamos sem suporte técnico para correção de texto dissertativo neste site. A P3 em si (uma questão interdisciplinar sobre o conteúdo de Conhecimentos Básicos, eliminatória e classificatória, nota mínima 48 de 120 pontos, limite rígido de 30 linhas, rascunho não corrigido) não é simulável como as questões de múltipla escolha de P1+P2, mas agora é coberta por este guia escrito.
Como a FCC avalia o Estudo de Caso
A banca avalia três coisas: (1) a interpretação correta do caso apresentado, (2) a capacidade de propor uma solução concreta e adequada ao caso, e (3) o domínio da norma-padrão da língua portuguesa. Um ponto frequentemente ignorado por quem estuda para a FCC: a mera citação de legislação ou de definições técnicas não é valorizada por si só — o espelho de correção da FCC não dá pontos por "decorar e despejar" artigo de lei ou conceito, só por aplicá-lo à resolução do caso concreto. Isso muda a estratégia de redação: menos teoria, mais diagnóstico e solução.
Metodologia para as 30 linhas
- Leia o caso duas vezes antes de rascunhar. Identifique em 1–2 frases qual é o problema central (não o tema geral — o problema específico que o enunciado pede para resolver).
- Fundamente de forma enxuta: cite apenas a base legal/técnica diretamente aplicável ao problema identificado, em 1–3 linhas. Não liste todos os princípios ou conceitos que você conhece sobre o tema — isso consome linhas sem gerar pontos.
- Proponha uma solução concreta: diga o que o gestor/servidor deveria fazer, não apenas "deveria observar a legislação". Uma solução vaga ("deve-se seguir os princípios da administração pública") não pontua; uma solução específica e executável pontua.
- Conclua em 1 frase, retomando o problema e a solução proposta.
- Respeite rigorosamente o limite de 30 linhas. Rascunhe primeiro em um papel separado, depois transcreva só a versão final dentro do limite — o rascunho não é considerado na correção, e passar das 30 linhas gera perda de pontos.
Casos de prática (material original — não são questões reais de nenhuma prova)
Caso 1 — Execução orçamentária. Um órgão da administração direta identificou, em outubro, que a receita efetivamente arrecadada no exercício ficará significativamente abaixo da receita prevista na Lei Orçamentária Anual. O órgão já empenhou despesas discricionárias com base na previsão original. Como gestor responsável pela área de orçamento, como você conduziria a situação até o final do exercício?
Modelo de resposta (~30 linhas): O problema central é o risco de desequilíbrio entre receita realizada e despesa empenhada, que pode comprometer o cumprimento da meta de resultado fiscal e gerar despesa sem cobertura financeira. A Lei de Responsabilidade Fiscal determina que, quando se verificar que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas, os Poderes promovam, por ato próprio, limitação de empenho e movimentação financeira (contingenciamento), segundo critérios fixados em lei de diretrizes orçamentárias. A solução concreta é: primeiro, quantificar o déficit projetado entre receita revista e despesa já comprometida; segundo, aplicar o contingenciamento sobre despesas discricionárias ainda não empenhadas, priorizando a manutenção de despesas obrigatórias e de caráter continuado; terceiro, comunicar formalmente as unidades executoras sobre os novos limites de empenho e movimentação financeira para o restante do exercício; quarto, se o contingenciamento sobre despesas discricionárias não for suficiente, reavaliar junto à autoridade competente a possibilidade de abertura de crédito suplementar com fonte compatível ou, na ausência de fonte, o cancelamento parcial de dotações menos prioritárias. O acompanhamento mensal da execução orçamentária, com reavaliação do cenário de receita, evita que o problema se repita nos exercícios seguintes.
Caso 2 — Contrato administrativo com indício de sobrepreço. A auditoria interna de um órgão identificou, em contrato de prestação de serviços já em execução, preços unitários acima da média de mercado para itens equivalentes, mas sem evidência de fraude ou má-fé do fiscal do contrato. O contrato está em andamento e a interrupção abrupta geraria risco de continuidade do serviço. Como o gestor deveria agir?
Modelo de resposta (~30 linhas): O problema central não é a existência de irregularidade dolosa, mas a necessidade de corrigir um preço contratual desalinhado ao mercado sem interromper um serviço essencial. A Lei nº 14.133/2021 prevê a possibilidade de repactuação ou revisão de preços contratuais e, no limite, a extinção do contrato quando verificado sobrepreço, mas também autoriza a Administração a adotar medidas de saneamento antes de qualquer rescisão. A solução concreta é: primeiro, notificar formalmente a contratada, apresentando a planilha comparativa de preços de mercado levantada pela auditoria, e abrir prazo para manifestação; segundo, negociar a readequação dos preços unitários para os itens destoantes, mantendo a equação econômico-financeira do contrato por meio de termo aditivo de repactuação, sem alterar o objeto; terceiro, caso a contratada não aceite a readequação, avaliar a viabilidade de rescisão unilateral motivada, com planejamento de transição para não interromper o serviço (contratação emergencial ponte ou antecipação de novo certame); quarto, registrar o apurado em relatório para subsidiar eventual apuração de responsabilidade na fase de licitação original. A prioridade é corrigir o preço sem comprometer a continuidade do serviço público.
Caso 3 — Saldo de convênio não utilizado ao final do exercício. Um ente da administração pública recebeu recursos de convênio federal para execução de um projeto específico e, ao final do exercício, verificou saldo não utilizado em conta vinculada, com o projeto ainda em andamento dentro do prazo de vigência do convênio. Como esses recursos devem ser tratados?
Modelo de resposta (~30 linhas): O problema central é definir a destinação correta do saldo não utilizado de recursos vinculados a convênio, considerando que o projeto ainda está dentro do prazo de execução. Recursos de convênio têm destinação vinculada ao objeto pactuado e permanecem sob essa vinculação até a prestação de contas final; não podem ser utilizados para outra finalidade nem simplesmente incorporados à receita livre do ente. A solução concreta é: primeiro, manter o saldo aplicado na conta vinculada específica do convênio, sem desvinculá-lo, já que o projeto continua em execução dentro do prazo de vigência; segundo, os rendimentos de aplicação financeira desse saldo devem ser aplicados no próprio objeto do convênio, conforme a legislação de convênios e a lei de diretrizes orçamentárias aplicável; terceiro, caso o convênio chegue ao término sem uso integral do saldo, o valor remanescente (principal e rendimentos) deve ser devolvido ao concedente no prazo da prestação de contas final, não devendo ser tratado como restos a pagar do ente; quarto, documentar formalmente a situação do saldo no relatório de prestação de contas parcial, evitando questionamentos do órgão concedente. A regra geral é: recurso vinculado continua vinculado até a prestação de contas, independentemente do exercício financeiro em que foi recebido.
O pacote PDF — 84 questões com explicações
Um arquivo PDF com 84 questões alinhadas com o conteúdo programático oficial, cada uma com a resposta correta e explicação detalhada com referências legais. Entregue imediatamente após o pagamento e personalizado com o seu nome.
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O simulado de prova online
De um banco de 90 questões, cada simulado seleciona 60 questões e as cronometra por 240 minutos. No final você recebe a pontuação e a correção.
- Simulado a partir de um banco de 90 questões
- Simulados ilimitados durante todo o período de acesso
- Modo prova (cronometrado) ou livre, com correção automática
O pacote completo — PDF + Simulado online
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